Manual do Swing
26 mai 2013

Esse negócio de exclusividade sexual eterna é muito difícil. Mas, trair não é sua última opção. Ao invés de enganar, algumas pessoas decidem que  propor para seu parceiro uma abertura sexual esporádica em nome do prazer dos dois é muito mais inteligente e apimenta a relação. Infelizmente nem todos tem uma parceira que tope conhecer uma casa de swing.

Ainda bem que existem as garotas de programa. Essas mulheres liberais, que podem nos porporcionar momentos inesquecíveis no delicioso mundo, liberal  e divertido do swing.

Algumas acompanhantes da Zona sul do Rio de Janeiro, Barra da Tijuca oferecem este serviço.  Permitindo a nós mortais que não podemos levar nossas esposas para experimentarem algo novo, inusitado e que certamente vai mudar a vida sexual do casal.

O nome “Casas de swing” desperta diferentes sensações nas pessoas. Algumas tem repúdio, outras uma enorme curiosidade, outros já ficam excitados só de pensar. Mas, swing vai muito além do mero escambo entre parceiros. Difícil prever como o sexo vai evoluir, com tantas vontades envolvidas. O que muita gente não sabe é que casas de swing não são ambientes em que todo mundo se come, desde a recepção até o banheiro – essas casas podem ser uma balada bem normal, dependendo das suas intenções.

A pista é como uma pista de balada normal. Som, pessoas dançando e bebendo. Tirando o fato que, no meio da noite, você pode olhar pra cima e ver alguma dançarina fazendo strip no balcão do bar. A pista geralmente é o “esquenta” pra muita gente, mas você pode decidir ficar lá a noite toda se quiser.

Todo mundo sabe que variar é bom. No swing, você pode fazer isso ao lado da sua parceiro ou com uma bela acompanhante.

Para não haver problemas, há algumas regras básicas para entrar em uma casa de swing. Ali, o foco são as mulheres. O bissexualismo feminino é exaltado. Porém homens que frequentam o swing são, via de regra, heteros. A não ser que você produza sua própria festa. Baladas liberais não permitem carícias entre rapazes.

Já tem quem te acompanhe no swing? Não! Então ligue para uma desta acompanhantes, que elas terão muito prazer em apresentar algumas das mais conceituadas Casas de Swing do Rio de Janeiro.

 

Seja com sua esposa ou uma profissional do sexo é importante estabelecer algumas regras. Ao contrário que muitos pensam Swing não é bagunça, tem regras e educação e discrição são fundamentais.

Segue abaixo um Manual de Etiqueta do Swing

O combinado não sai caro

Estabeleça com seu parceiro alguns acordos do que querem ou não fazer – até que ponto se sentem confortáveis. Em certos casos, o casal define códigos próprios, gestos que demonstrem o quanto está curtindo a experiência. Deixe bem claro quais os seus limites (quando houver), até onde cada um quer chegar.

Troca de casais não serve para melhorar uma relação em crise – se o objetivo for esse, estão procurando no lugar errado.

Provoque

Pessoas que praticam swing costumam ter a cabeça aberta. Gostam de sexo e não têm pudor de assumir. Divertem-se ao compartilhar com seu cônjuge ou namorado momentos de pura luxúria. E não vão se ofender diante de propostas indecorosas. Se tiver vontade de tomar iniciativa, apenas faça. Sem medo.

Mulheres não devem reprimir qualquer desejo de sensualizar. A nudez é aclamada em locais como esse.

Aproveite o momento

Casais interagem com outros, os corpos se enroscam. É muito tesão acumulado. Basta absorver a excitação das pessoas ao seu redor. Muitas vezes, não é preciso palavras. Logo começa a respiração ofegante, gemidos, tapinhas. A coisa simplesmente flui.

Está se divertido? Usufrua. Não está gostando? Vista as roupas e saia do recinto. Ninguém deve ser obrigado a participar de qualquer atividade sexual. Então, presume-se que todos estão ali por livre e espontânea vontade.

E ponha a vergonha de lado. Desencane de ficar se comparando. Não é competição, ok? Sem neurose.

Aja com cortesia

O momento pede atitudes desinibidas. Mas não ligue se suas propostas forem recusadas. No swing, é comum ouvir um não. Da mesma forma, se for chamado para algo que não te apetece, apenas recuse. Lembre-se de ser polido, não há necessidade de grosseria.

Como o objetivo de todos ali é bem claro, é comum chegarem pegando em quem se despe e se estimula da frente dos outros. Aliás, isso é o esperado. Algumas mãos podem ser indesejadas, mas, nesse caso, basta afastar as que não te agradam. É claro, você não precisa brincar com todos que se aproximarem. Só não há necessidade de brutalidade.

Cada um tem seus próprios interesses e leva consigo suas inseguranças. Pense em como você gostaria de ser tratado

Seja conveniente

Não se chega armado para abordar alguém. Deixe para tirar seu pau ereto da calça depois que a garota mostrar que está afim de interagir com você. Bater punheta ao lado de um casal estranho, enquanto eles se divertem, costuma ser desagradável. A não ser que eles mostrem que gostaram da sua presença.

Ao receber um não, fique na sua. Insistentes costumam incomodar. Ninguém quer ser pressionado a fazer nada.

Lembre-se: é um momento de descontração. Nada de impaciência ou mau humor no meio da festa. Deixe os problemas em casa.

Nem pense em discutir a relação em pleno swing, ou o estrago pode ser ainda pior. Vocês estão ali para se divertir, não para brigar. Espere para falar de suas impressões ao parceiro depois que saírem de lá.

Pode ser que role ciúme? Claro. Ciúme é um sentimento irracional e imprevisível. Se acontecer com você, apenas abstraia. O que importa é saber como contornar, sem estragar a noite. Cochicar ao ouvido dele pedindo para continuar a diversão na cama de casa pode ser uma boa saída no caso de qualquer desconforto.

Sexo seguro

Use preservativos em todas as ocasiões. Afinal, com a saúde não se brinca – muito menos a saúde do outro. Tenha em mãos camisinhas de sobra e não passe vontade.

Sigilo absoluto

No swing, todos são cúmplices. O que acontece ali morre ali. As regras de privacidade são bem rígidas. Câmeras são terminantemente proibidas. O melhor é desligar o celular, para que todos possam se sentir relaxados. É um momento de intimidade.

Quem se permitir, pode curtir a mágica da coisa. E voltar para casa com um sorriso estampado no rosto.



























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