A Proposta
2 mai 2013

Em primeiro lugar, deixe me apresentar. Sou loira, 38 anos, 1,64m, 54 kg, exibicionista, gostosa, casada com um homem há 11 anos, agora corno manso assumido.

Sou advogada, formação rígida e conservadora, e que ao longo do tempo fui liberando a fêmea dentro de mim e assumindo meu lado safado, devasso e sedento por prazer.

Estimulada pelo marido, comecei de uns tempos para cá a usar roupas mais reveladoras, saias mais curtas, decotes mais generosos, saltos mais altos, mostrando-me mais. Nas nossas saídas noturnas, em bares e boates, eu saia de vestido curto sem usar nada por baixo. Cruzava as pernas, sentava “destraida com as penas abertas” Meu marido adorava quando eu me exibia sem calcinha. Eu olhava para os homens, paquerava, tudo isso com incentivo do futuro corno, que se excitava com isso.


Procurava por roupas mais atrevidas, que marcassem mais o corpo, e o uso de cinta-ligas com meias 7/8 passou a fazer parte da minha rotina. Sentia-me mais fêmea, sexy, sensual, e isso agradava o marido, que começou e falar que eu deveria experimentar outro macho. Era o início de uma nova fase.

Um dia veio a proposta do meu marido: saia com outro macho e receber uma grana como pagamento, como uma puta. Isso me excitou e passei a fantasiar uma transa com outro macho, bem puta, bem safada, me entregando ao prazer.

Passamos a freqüentar casas noturnas que tivessem muitos homens sós. Numa dessas aconteceu a situação que definiu nosso rumo. Eu, sentada, bebendo, de pernas cruzadas, sem calcinha, mostrando minhas pernas e os pelos da minha bucetinha era encarada por um mulato, cara de safado, que não se intimidava com a presença de meu marido. Este por sua vez fingia não perceber nada e deixava a coisa rolar. O cara fez um sinal com a cabeça, como que me chamando e eu, excitada falei ao meu marido que ia ao toilette.

Levantei rebolando passei pelo cara e fui ao toilette. Na saída ele esperava por mim e pegando no meu braço foi falando que eu era muito bonita, atraente e que ficou encantado com jeito de olhar , sorrir e que queria se encontrar comigo um outro dia, sozinhos para conversar.


A ousadia do cara e seu jeito firme, decidido e com um sorriso cafajeste, me excitou ainda mais.

Olhei nos seus olhos e com um ar de safada respondi: “Você é louco! Meu marido esta ali na mesa. Não posso, não quero”. Ao me virar para voltar para acariciei levemente sue braço.

É claro que ele não acreditou.

Sentei na mesa, visivelmente alterada e comentei com meu marido o que tinha acontecido. E perguntei com um sorriso no rosto o que ele achava. Meu marido respondeu que era eu quem decidia.

Me senti uma puta ali na mesa, e excitada, dei um gole na bebida, olhei para o mulato, sorrindo e comecei descaradamente a dar mole e a cruzar as pernas ainda mais. Tomei mais uma caipvodka, me levantei e fui novamente ao toilette.

O cara sorriu e foi ao meu encontro. Me pegou pela cintura, me apertava e falava no meu ouvido que eu era muito gostosa. E que queria sair comigo agora e pediu para eu dar uma desculpa para o marido. Eu falei que meu marido queria ver a esposinha dele com outro homem e voltei para a mesa.

Voltei decidida que era esse o cara. Combinei com meu marido, olhei para o mulato dei um sorriso e o chamei para sentá-se na mesa conosco. Conversamos, quebramos o gelo e depois de 2 rodadas de bebidas meu marido sugeriu que fossemos para um motel ali pertinho do bar.

Já no elevado, antes de chegar ao quarto o safado me pegou, alisou a minha perna, passou a não na minha bunda e acariciou a minha bucetinha e teve a certeza que eu estava sem nada por baixo.

Ao chegar no quarto meu marido disse para ficarmos à vontade que hoje a noite era nossa. Nos beijamos, começamos a nos esfregava na frente do corninho e eu sentia aquele cacete duro na minha perna. E eu fui me soltando cada vez mais. Sentei na beira da cama e chupei aquele cacete enorme e o corninho ali observando tudo de pertinho.

Depois o safado começou a me tocar na buceta, chupando, metendo o dedo e dedilhou mais forte minha xana até eu não aguentar e pedir para ele meter. Ele falava que eu era uma vadia, safada, piranha, cachorra e que eu era a putinha mais gostosa que ele já comeu. Disse que iria me foder muito e que eu iria adorar, assim como o maridão que a essa altura estava louco de tesão. Ele metia na minha bucetinha e o maridão olhava tudo de pertinho, tão perto que parecia que ele estava admirando a vara do mulato e aproveitou para lamber o meu grelhinho enquanto a pica entrava.

Depois de me fazer gozar o safado me botou D4 e perguntou ao corninho se podia brincar um pouco no meu cuzinho. Meu marido disse que tudo que ela quiser esta liberado.
Eu prontamente empinei e pedi – “mete no meu rabo, mete”. Senti aquela vara enorme me penetrando, eu gemia, gritava e meu marido ao meu lado vendo a minha cara de dor e prazer. Teve uma hora que eu não estava mais aguentado, pediu para parar e o mulato ali socando cada vez mais forte. Eu queria sair da posição, mas meu marido me segurou e eu tive que aguentar tudo até o final.

Foi a foda mais gostosa que eu tive. Dei para outro homem na frente do meu marido e ele adorou. Saímos outras vezes e foi bom, mas não se comparou a primeira experiência.



























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